ONU lista 56 recomendações para um mundo sustentável

 

“A ONU lançou na sexta (18), no Rio, a versão em português de um relatório com 56 recomendações para que o mundo avance em direção ao desenvolvimento sustentável.

O documento, elaborado por 22 especialistas ao longo de um ano e meio, traz sugestões mais ousadas do que aquelas que devem ser acordadas na Rio+20, a conferência da ONU sobre o tema que ocorre em junho na cidade.

Entre as propostas estão o fim dos subsídios aos combustíveis fósseis e a precificação do carbono, com a cobrança, por exemplo, de impostos sobre as emissões de gases do efeito estufa.

Espera-se assim estimular a disseminação de tecnologias verdes. “É um relatório com frases e recomendações muito diretas”, diz o embaixador André Corrêa do Lago, negociador-chefe do Brasil para a Rio+20.

Para ele, o documento final do encontro de cúpula da ONU deverá trazer formulações “mais sóbrias”.

Outras medidas sugeridas são a criação de um fundo apoiado por governos, ONGs e empresas para garantir acesso universal à educação primária até 2015 e a inclusão dos temas consumo e desenvolvimento sustentáveis nos currículos escolares.

As recomendações são divididas em três grupos, de acordo com seus objetivos principais. O primeiro visa a capacitar as pessoas a fazerem escolhas sustentáveis; o segundo, a tornar a economia sustentável; e o terceiro, a fortalecer a governança institucional para o desenvolvimento sustentável.

“As pessoas participaram desse painel a título pessoal, ou seja, elas não estavam representando governos. Isso dá mais força [ao documento], porque o painel pode dizer certas coisas que não são consenso [entre os mais de 190 países da ONU]“, diz Corrêa do Lago.

O coordenador do relatório, porém, disse esperar que as recomendações sejam levadas em consideração pelos negociadores da Rio+20.

Janos Pasztor citou o estabelecimento de metas numéricas para o desenvolvimento sustentável como uma sugestão que pode ser adotada no curto prazo. O tema está em discussão na Rio+20.

A ex-primeira-ministra da Noruega Gro Brundtland, considerada “mãe” do conceito de desenvolvimento sustentável, participou da elaboração do relatório.

O documento completo pode ser acessado aqui.”

 

Fonte: Folha de S. Paulo

 

 

Alguns diferenciais HIDROSUPRIMENTOS

 

 

HIDROSUPRIMENTOS oferece facilidade para você alugar a quase totalidade de sua linha de equipamentos, e fazer manutenção em equipamentos nacionais e também em diversos equipamentos importados. Temos a disposição exclusivo serviço de apoio para dimensionamento de sitemas de remediação.

 
Oferecemos um exclusivo serviço de entrega a domicilio, de equipamentos de pequeno e médio porte, na região da Grande São Paulo, para o dia seguinte à data do seu pedido. Entre em contato e confira as vantagens de obter os nossos serviços.

 

Nosso Departamento de Engenharia está capacitado para recuperar seu equipamento usado, nacional ou importado que esta fora de uso. Temos também serviço de compra, venda e troca de equipamentos usados, inclusive importados, consulte-nos.

 

Assistencia Técnica

 

A HIDROSUPRIMENTOS disponibiliza aos seus clientes assistência técnica completa de sua linha de produtos, viabilizando a manutenção em virtude do desgaste natural decorrente do seu uso prolongado do equipamento.

Garantia

 

 

A HIDROSUPRIMENTOS oferece ampla garantia de todos os seus equipamentos para vicissitudes decorrentes do processo de fabricação em larga escala.

Entrega Gratuita

 

 

A HIDROSUPRIMENTOS disponibiliza também a seus clientes o serviço de entrega gratuita de equipamentos de pequeno porte na grande São Paulo.

Treinamentos

 

 

A HIDROSUPRIMENTOS oferece aos nossos clientes e parceiros treinamentos específicos ministrados por nossos profissionais, com a utilização da nossa completa linha de, em uma sala que dispõe de recursos multimídia e poços virtuais para aperfeiçoamento prático dos profissionais da sua empresa.

Locação

 

 

A HIDROSUPRIMENTOS tem uma ampla gama de produtos disponíveis para locação, de forma a viabilizar o trabalho de sua empresa em projetos específicos sem que seja necessária a aquisição de equipamentos.
HIDROSUPRIMENTOS. Tecnologia a serviço do meio ambiente.
PABX 55 11 4363 1333

Número de áreas contaminadas cresce e chega a 4,1 mil em SP

 

“O número de áreas contaminadas aumentou no Estado de São Paulo, segundo a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb). A quantidade de locais em que há ameaça ao meio ambiente e à saúde pública cresceu de 3.675 em 2010 para 4.131 em 2011.

A Cetesb afirma que o número cresceu porque aumentou a fiscalização, e diz que 25% dessas áreas foram recuperadas. Mas boa parte dos terrenos ainda precisa de tratamento.

Os postos de combustíveis estão no topo da lista das áreas contaminadas. Na capital, dos mais de 1,3 mil locais com problemas, quase 1,1 mil são postos de gasolina. Um estabelecimento situado na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, tem 40 anos e só em 2010 foi adaptado às normas ambientais.

“Aqui foi retirado tudo o que existia no chão, todos os tanques. No lugar foram colocados tanques novos, ecológicos, com paredes duplas”, explica Carlos Alberto Spinola, dono do posto há 40 anos.

Com as medidas, o nível de contaminação foi reduzido e o solo não oferece mais risco ao meio ambiente. O posto recebeu licença para funcionar até 2016, mas como a área ainda é contaminada vai continuar passando por recuperação.

Um terreno que abrigava uma fábrica de bicicletas agora vai receber um complexo de prédios residenciais e comerciais. O solo, que está contaminado por solventes da fábrica antiga, vai ter que ser tratado.

A terra contaminada está sendo retirada do local e pode ser incinerada ou levada para um aterro industrial. “Você pode usar uma área contaminada, desde que as medidas de remediação estejam sendo realizadas. Caso isso não aconteça, a Cetesb pode fechar um empreendimento se ocorrer algum risco para alguém próximo ou vizinhança”, explica Elton Gloeden, gerente do Departamento de Águas Contamidas da Cetesb.”

 

Fonte: G1.com

 

Equipamentos para locação na HIDROSUPRIMENTOS

Reblogged from BLOG DA HIDROSUPRIMENTOS:

Clique para visitar o post original

EQUIPAMENTOS DA HIDROSUPRIMENTOS DISPONÍVEIS PARA LOCAÇÃO:

- Bomba de Bexiga Dedicada

- Bomba de Bexiga Descartável

- Controladora Pneumática

- Célula de Fluxo transparente

- Medidor Multiparâmetros

- Medidores Portáteis de pH, eH, CE e OD.

- Unidade Portátil de Ar e Energia

- Detectores de VOC no Solo

- Medidores de Nível d´Água

- Medidores Contínuos de Nível d´Água…

Leia mais… 76 mais palavras

HÁ 20 ANOS NA FOLHA DE S. PAULO: Cogumelos podem ajudar a despoluir solos contaminados por agrotóxicos

 

Folha: 17.mai.1992 - Empresas alemãs estão usando cogumelos, em caráter experimental, no combate à contaminação solos por agrotóxicos. Há três anos institutos de pesquisa da Alemanha vem estudando o comportamento dos fungos em ambientes poluídos.

O agrônomo Frank Zadrazil do Institut fuer Bodenbiologie – laboratório alemão que analisa solos – descobriu recentemente que o cogumelo do tipo Plerotus ostratus, encontrado na mata Atlântica, é capaz de “comer” agrotóxicos.

Para se alimentar, cogumelo lança no ambiente enzimas, em um processo de digestão externa, para decompor material orgânico. Da mesma forma, ele consegue quebrar as moléculas dos pesticidas, transformando-as em moléculas simples e inofensivas.

Na experiência, o agrônomo colocou pedaços do cogumelo em um tubo de ensaio com terra contaminada e constatou de depois de alguns meses a terra estava limpa, sem qualquer traço do produto químico.”

Greg Salibian-29.nov.2010/Folhapress
Capazes de decompor materia orgânica, cogumelos também poderiam retirar agrotóxicos do ambiente
Capazes de decompor materia orgânica, cogumelos também poderiam retirar agrotóxicos de solos contaminados

Terra leva um ano e meio para repor recursos consumidos anualmente, diz estudo.

 

“Os seres humanos consomem, a cada ano, um montante de recursos naturais 50% superior ao que a Terra pode produzir, de forma sustentável nesse mesmo período. Os dados são do relatório “Living Planet”, da ONG WWF, divulgado nesta terça-feira (15).

Desde 1966, a demanda por esses recursos se duplicou, acentuando as diferenças entre habitantes de países ricos e pobres. Se cada morador da Terra consumisse como um americano, por exemplo, seriam necessários quatro planetas para responder a essa demanda.

Análises feitas por outra organização, a “Global Footprint Network”, também mostram um cenário preocupante.

Os cálculos têm como objetivo dimensionar o quão sustentável nossa sociedade global é em termos de sua pegada ecológica – uma medida composta por fatores tais como a queima de combustíveis fósseis, o uso de áreas agrícolas para produção de alimentos, e o consumo de madeira e peixes capturados em ambiente selvagem.

No ranking elaborado pela organização, os Estados Unidos ficam entre os dez países como maior pegada ecológica. Entre os primeiros da lista aparecem ainda Dinamarca, Bélgica, Austrália e Irlanda. O Brasil ficou em 56º lugar em uma lista que mede a pegada ecológica dos países.

No ranking elaborado pela organização, o Golfo Pérsico emerge como a região com a pegada ecológica per capita mais alta do mundo, com Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos como os países menos sustentáveis.

ÁREAS TROPICAIS

O estudo mostrou, ainda, que a exploração dos recursos naturais provocou uma redução de 30% da vida selvagem no planeta desde 1970. Entre as espécies tropicais a redução foi ainda maior, de 60%.

O documento combinou dados de mais de 9.000 populações de animais ao redor do mundo para chegar a esta conclusão. Seus principais autores, os pesquisadores do WWF, dizem que o progresso global quanto à proteção da natureza e o combate às mudanças climáticas ainda é “glacial”.

O relatório usa dados sobre tendências populacionais de várias espécies ao redor do mundo compilados pela Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês). Na edição mais completa de seu relatório até hoje, a ZSL examinou um número recorde de espécies (2.600), e populações destas espécies (9.104).

As espécies mais afetadas são aquelas encontradas em rios e lagos das regiões tropicais, que apresentam uma redução de 70% desde 1970. O diretor do Instituto de Zoologia da ZSL, Tim Blackburn, fez uma analogia entre as cifras ambientais e o mercado financeiro.

“Haveria pânico se o FTSE [índice da Bolsa de Londres] mostrasse um declínio como este. A natureza é mais importante do que o dinheiro. A humanidade pode viver sem dinheiro, mas nós não podemos viver sem a natureza e os serviços essenciais que ela nos traz”, avaliou.

Uma das recomendações à Rio+20 diz respeito a este conceito, e aconselha os governos de todo o mundo a utilizarem indicadores econômicos que incluam uma valoração do “capital natural”.

ESCASSEZ DE ÁGUA

Uma nova medida desenvolvida pelo WWF permite rastrear a escassez de água em 405 sistemas de rios ao redor do mundo com periodicidade mensal.

A análise revela que 2,7 bilhões de pessoas (quase metade da população mundial) já têm que lidar com falta d’água por ao menos um mês todos os anos.

O relatório destaca alguns exemplos de progresso quanto à sustentabilidade, tais como um programa no Paquistão que ajudou fazendeiros de algodão a reduzirem o uso de água, pesticidas e fertilizantes gerando uma colheita semelhante.

Os dados também mostram algumas áreas que precisam de atenção urgente, tais como uma taxa mundial de desperdício de alimentos de 30% causada por comportamento irresponsável nos países mais ricos e a falta de infraestrutura de armazenamento em nações em desenvolvimento.

David Nussbaum, presidente do WWF na Grã-Bretanha, compara os dados com o mercado financeiro ao dizer que não é tarde demais para alterar as tendências em curso, mas que “precisamos lidar com isto com a mesma urgência e determinação com as quais lidamos com a crise financeira sistêmica global”.”

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Uma empresa genuinamente brasileira produzindo equipamentos de qualidade para aplicação em HIDROGEOLOGIA e ENGENHARIA AMBIENTAL.

AMOSTRAGEM   #   MONITORAMENTO   #   REMEDIAÇÃO

AMOSTRAGEM   #   MONITORAMENTO   #   REMEDIAÇÃO

HIDROSURPIMENTOS. Tecnologia a serviço do meio ambiente.

www.hidrosuprimentos.com.br

Necessitamos de outra Terra para manter padrão consumo, diz WWF

 

“A Terra demora um ano e meio para renovar os recursos que a população mundial consome em 12 meses, algo que não é sustentável a longo prazo e que deve ser assumido e modificado pelos chefes de Estado que participarão da conferencia das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, a Rio+20. Assim advertiu nesta terça-feira o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) ao apresentar o “Planeta Vivo 2012″, um relatório que faz uma avaliação do estado de nosso mundo, assinala as pressões em que está submetido e detalha as soluções para melhorá-lo.

O texto deste relatório afirma que, entre 1970 e 2008, a biodiversidade no mundo foi reduzida em 30%, sendo que 60% desta perda foi registrada em países muito pouco desenvolvidos. Desde 1966, a demanda de recursos naturais foi duplicada e, atualmente, o mundo demora um ano e meio para renovar o que consumimos em doze meses. De fato, se todos consumissem como um americano seria necessário mais quatro planetas para podermos viver.

“Vivemos como se tivéssemos outro planeta disponível, já que estamos usando 50% a mais de recursos do que o planeta pode oferecer. Temos capacidade de oferecer água, comida e energia aos 9-10 bilhões de pessoas que viverão na Terra em 2050, mas só se todos os governos, empresas e cidadãos mudarmos nosso comportamento”, advertiu Jim Leape, diretor-geral da WWF Internacional.

Segundo Leape, essa mudança pode ser iniciada na cúpula Rio+20, que será realizada duas décadas depois da Cúpula da Terra (Rio 92), a primeira grande reunião que tratou sobre a degradação do planeta e como contornar essa tendência. No entanto, o diretor-geral da WWF reconhece que essa tarefa não é fácil. “Este desafio é tão transcendental que não podemos estipular essa mudança somente aos indivíduos. Os governos têm que atuar, e o momento é agora. Não estamos onde deveríamos estar em termos de negociação, mas ainda falta um mês para a cúpula e deveríamos fazer todo esforço para alcançá-la”, disse.

Para avaliar o estado do planeta foram usadas duas ferramentas: o “Índice Planeta Vivo”, que avalia a saúde dos ecossistemas da Terra, e a “Pegada Ecológica”, a demanda e uso dos recursos naturais por parte dos humanos em comparação com a capacidade de renovação dos mesmos.

Os dez países com maior pegada ecológica do mundo são Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Dinamarca, Estados Unidos, Bélgica, Austrália, Canadá, Holanda e Irlanda. “Pode nos surpreender ver países como a Dinamarca, tido como um dos ecológicos, estarem em uma posição tão alta. Mas esse fato se justifica ao saber que esta pegada leva em conta as importações e seu custo, que, por sua vez, pode ser muito alto para o meio ambiente”, explicou Gemma Cranston, da Rede Global da Pegada Ecológica, co-editora do relatório.

Em média, os países ricos causam cinco vezes mais impactos que os menos desenvolvidos. Mas as maiores taxas de perda de biodiversidade são registradas nos países mais pobres – um fato que, segundo o relatório, prova que os subdesenvolvidos “subsidiam o estilo de vida dos países ricos”. Para reduzir o impacto de nosso padrão de consumo temos que reduzir o uso de combustíveis fósseis e substituí-los por energias renováveis, assim como diminuir e melhorar o consumo de água, produzir de maneira mais eficiente, comprar produtos sustentáveis e acabar com os subsídios, sugere a WWF.”

 

Fonte: Terra

Está a procura de equipamentos de qualidade para Hidrogeologia e Engenharia Ambiental ?

A HIDROSUPRIMENTOS é pioneira no mercado brasileiro na fabricação de equipamentos nacionais de qualidade para aplicação nas atividades de amostragem, monitoramento e remediação de solos e águas subterrâneas contaminadas.

Comemorando 15 anos de atividade nesse ano de 2012, a HIDROSUPRIMENTOS vem desde 1997 atuando no mercado ambiental brasileiro, e, em 2004 iniciou a exportação de seus equipamentos, inicialmente, para América do Sul, América Central e África.

Conheça nossa completa linha de equipamentos e nossas condições facilitadas de fornecimento.

HIDROSUPRIMENTOS. Tecnologia a serviço do meio ambiente.

English version

The HIDROSUPRIMENTOS is a pioneer in the Brazilian market in the manufacture ofequipment for applying national quality sampling activities, monitoring and remediation of contaminated soils and groundwater.

Celebrating 15 years of activity in the year 2012, the HIDROSUPRIMENTOS has beenacting since 1997 in the brazilian environmental market, and in 2004 began exporting its equipment, initially for South America, Central America and Africa.

View our complete line of equipment and facilitated our conditions of supply.

HIDROSUPRIMENTOS. Technology serving the environment.

www.hidrosuprimentos.com.br

contato@hidrosuprimento.com.br

PABX 55 11 4363 1333

Cético fica ‘sem clima’ para financiamento de pesquisa

 

“Ser um cético do clima não é fácil no Brasil. As verbas de pesquisa são escassas, e é difícil publicar em revistas acadêmicas de prestígio.

A avaliação é de Ricardo Augusto Felício, professor do Departamento de Geografia da USP e uma das principais vozes no país entre os que negam o aquecimento global.

“Camada de ozônio? Esse negócio não existe”, diz o professor, antes de afirmar que a presença do gás varia sazonalmente. Ou seja, os populares “buracos” não passariam de ficção.

É assim que ele começa uma palestra de duas horas para alunos do 1º ano do ensino médio do colégio Avicena, na Zona Sul da cidade.

 

Fábio Braga – 11.mai.12/Folhapress
O climatologista da USP Ricardo Augusto Felicio, 42, é um dos principais cientistas que negam a interferência das atividades humanas no processo de aquecimento global
O climatologista da USP Ricardo Augusto Felicio, 42, é um dos principais cientistas que negam a interferência das atividades humanas no processo de aquecimento global

A iniciativa de conversar com Felício partiu dos próprios estudantes, após assistirem a uma recente entrevista do cientista no “Programa do Jô”, na Rede Globo.

De vez em quando, ele recebe grupos de estudantes interessados em saber o que seria a versão alternativa do ambiente. “É um trabalho de formiguinha”, diz Felício.

O professor faz questão de avisar que há interesses políticos e econômicos por trás de conceitos científicos e de organizações como o IPCC.

“Vocês precisam saber: a ciência tem dono.”

Quando uma aluna pergunta quem são esses donos, ele responde rapidamente: quem manda nos laboratórios são os mesmos que comandam o capital.

“Mas eu não sou marxista, nem ligado a nenhum partido político. É só uma constatação objetiva”, disse.

“Eu já vou avisando aos meus alunos que eles vão ter de trabalhar. Aqui não vai ter bolsa”, lamenta ele, que agora não quer mais “perder tempo” tentando financiamento, diz o autor do site “Fakeclimate”.

Os pareceristas das revistas científicas também não costumam dar espaço para os céticos. “Eles são todos parte de um mesmo grupo. Nós acabamos tendo de publicar em revistas menores”, diz Felício, que tem apenas três artigos originais em periódicos.

“Estou impressionada com tudo o que ele diz. Acho importante os alunos terem as duas versões”, diz a coordenadora do colégio, Eliane Bonfim, que é bióloga.”

 

Fonte: Folha de S. Paulo