Áreas contaminadas atraem o setor imobiliário

 

“A escassez de áreas para empreendimentos em São Paulo tem levado construtoras à compra de terrenos contaminados, especialmente por fábricas hoje desativadas.

Poluição da água, gases e substâncias nocivas à saúde infiltradas nos solos são alguns dos problemas encontrados pela Secretaria do Meio Ambiente.

São mais de 4.000 áreas com algum tipo de contaminação em todo o Estado.

De acordo com levantamento de 2011 da Cetesb, órgão ligado à secretaria, 264 terrenos foram recuperados.

O processo de remediação do solo é obrigatório. Sem ele, não são liberadas licenças necessárias para a construção.

“Nem começam o empreendimento antes de remediar a área”, lembra o secretário estadual Bruno Covas.

“A recuperação é de responsabilidade do proprietário do terreno. Há desvalorização do preço quando a área é vendida com esse passivo.”

 

Editoria de Arte/Folhapress

 

A AES Eletropaulo despolui uma área no Cambuci, equivalente a 13 campos de futebol, que foi vendida por
R$ 160 milhões e dará lugar a um condomínio residencial.

“O custo para a recuperação é de 20% a 40% do valor do terreno”, diz Franco Tarabini Junior, sócio da Enfil (de controle ambiental), contratada pela empresa.

Para Odair Senra, do SindusCon-SP, “a remediação de áreas é uma alternativa onde não há terrenos disponíveis”.

O nível de contaminação do solo determina a duração do processo jurídico para liberação do terreno, segundo a advogada Roberta Danelon Leonhardt, sócia do escritório Machado Meyer.

“Em média, o processo dura de três a cinco anos. Diversos laudos são pedidos antes da prefeitura liberar a área para reúso”, diz Leonhardt.”

 

Fonte: Folha de S. Paulo, publicado em 25/03/2013.

A HIDROSUPRIMENTOS baixou os preços do BAILER (amostrador de água descartável)

Para colaborar com a sua empresa na realização de campanhas de amostragem, a HIDROSUPRIMENTOS baixou os preços do Bailer agora no mês de Abril/14.

 

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Você se preocupa com o Meio Ambiente? O Ministério Público de SP também, colabore.

Imagem retirada do site do Ministério Público do Estado de São Paulo

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“O Projeto Florestar criado pelo ato nº 61/2012-PGJ, de 29 de novembro de 2012, no âmbito do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis e de Tutela Coletiva, tem o objetivo de estabelecer uma programação de trabalho do Ministério Público, nas áreas de Urbanismo e Meio Ambiente, para o desenvolvimento de ações e estudos referentes à proteção florestal e da biodiversidade após as alterações legislativas, em especial o novo Código Florestal (Lei no. 12.651/2012). O Projeto Florestar conta com três frentes: o Grupo Estratégico de Proteção Florestal; o Programa de Diagnósticos e Integração de Entendimentos Técnico-Jurídicos; e o Programa de Cidadania Florestal. O Grupo Estratégico de Proteção Florestal tem como objetivos o desenvolvimento e sugestão de estratégias de atuação institucional no âmbito administrativo e judicial, referentes à proteção florestal e da biodiversidade. Já o Programa de Diagnósticos e Integração de Entendimentos Técnico-Jurídicos tem a finalidade de subsidiar os trabalhos dos Promotores de Justiça e Assistentes Técnicos de Promotoria, em matéria de proteção florestal. O Programa de Cidadania Florestal visa a integração da atividade institucional do Ministério Público em matéria ambiental-florestal com a comunidade em geral.”

 

Contato: uma@mpsp.mp.br

Fonte: http://www.mpsp.mp.br

 

Nota do Blog da Hidrosuprimentos: O canal do Ministério Público do Estado de São Paulo acima exposto pode ser usado também para críticas, sugestões e denúncias sobre práticas ilegais nos âmbitos de urbanismo e meio ambiente. Se você sabe de algum dano ambiental em curso, denuncie. A manutenção de um meio ambiente saudável é dever de todos.

GRANDE PROMOÇÃO Campanha de Amostragem da HIDROSUPRIMENTOS

 

 

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47° Congresso Brasileiro de Geologia

A data limite para entrega dos trabalhos foi prorrogada até o dia 10 de abril de 2014.

 

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Alckmin amplia bônus na conta de água para Grande SP e toda a capital

 

“O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou na manhã desta segunda-feira que vai ampliar o programa de bônus na conta de água. A partir de amanhã, toda a capital e mais 30 municípios da região metropolitana terão acesso ao benefício.

Atualmente, o bônus de 30% vale só para os consumidores abastecidos pelo sistema Cantareira, aproximadamente 8,8 milhões de pessoas. Com a medida, cerca de 17 milhões poderão ter o desconto desde que economizem 20% a quantidade água utilizada.

A ampliação da campanha ocorre em meio a uma queda geral dos níveis de reservatórios que abastecem a Grande São Paulo, depois que mais sistemas passaram a abastecer as áreas atendidas pelo Cantareira.

Editoria de Arte/Folhapress

De acordo com relatório divulgado hoje pela Sabesp, o manancial que está na situação mais crítica continua sendo o Cantareira com 13,4% do reservatório utilizado. Na sequênciaaparece o Alto Tietê, com, 37%, o Alto Cotia, com 56% e o Guarapiranga com 77% da capacidade. A unica exceção é o reservatório Rio Grande com 94,6%.

“Tivemos uma excelente resposta dos consumidores. Conseguimos uma economia de 4,1 m3/s e por isso a partir de amanhã estenderemos o bônus a todos os municípios operados pela Sabesp na Grande São Paulo”, disse Alckmin. A ideia é que, com a ampliação, o volume economizado passe para 6 m3 /s –o Cantareira produz diariamente, por exemplo, 27,9 m3 /s.

Segundo o governador, até o momento, 37% dos consumidores ganharam o desconto em sua conta de água. Outros 39% reduziram o consumo, mas não atingiram os 20% necessários para receber o bônus e outros 24% gastaram mais água.

Segundo presidente da Sabesp, Dilma Pena, os condomínios residenciais foram os que menos contribuíram para a campanha. “A maioria dos prédios de apartamentos tem um único micromedidor [hidrômetro] e seus moradores não têm contato direto com a fatura de água. É uma explicação, mas não uma justificativa, já que todos sabem que estamos passando por um evento crítico [de abastecimento]“, diz.

Embora a Sabesp se recuse a dizer que impacto isso tem na arrecadação da estatal, números oficiais mostram que, só de fevereiro ao começo de março, houve uma diminuição no consumo de água suficiente para abastecer uma cidade como Curitiba nesse mesmo período.

Conforme estimativas da Folha a partir de informações divulgadas pelo Estado, essa economia poderá atingir, no período de um ano, R$ 900 milhões –sendo R$ 200 milhões devido à redução da água utilizada e R$ 700 milhões em razão dos descontos.

CURTO PRAZO

O governador anunciou outras duas medidas de curto prazo para atenuar a crise e evitar o racionamento de água na região metropolitana. A primeira é aumentar a transferência de água de outros sistemas para a área atendida pelo Cantareira.

O sistema Guarapiranga, por exemplo, que atualmente transfere 1 m3/s para as unidades abastecidas pelo Cantareira, passará a transferir mais 2,3 m3/s em abril e, a partir de setembro, mais 1 m3/s.

O Alto Tietê também fornecerá mais água para o Cantareira. Segundo o governador, o sistema enviará 2,6 m 3/s ao manancial – atualmente são transferidos 2,2 m3/s.

Outra medida de curto prazo é aumentar as metas de redução de perdas da Sabesp. “A Arsesp [Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo] vai estabelecer para a Sabesp uma redução no tempo máximo para atender casos de vazamento. Também haverá uma redução no tempo médio e no prazo para se chegar ao local [do problema]“, afirmou Alckmin.

Atualmente, a Sabesp tem até 48 horas a partir do registro de um vazamento para consertá-lo, mas há casos recentes em que a companhia levou seis dias para resolver o problema.”

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Principais pontos do quinto relatório do IPCC sobre mudanças climáticas

 

“Seguem abaixo os principais pontos do quinto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

 

IMPACTOS IMEDIATOS

 

“O sistema climático está sendo perturbado pelo ser humano e a mudança climática representa riscos para os sistemas naturais e humanos (?). Em décadas recentes, as mudanças no clima provocaram impactos em sistemas naturais e humanos em todos os continentes e oceanos”, afirma o sumário do relatório.

Entre as evidências detectadas menciona as mudanças de tendência nas precipitações chuvosas, redução do permafrost (áreas geladas), das precipitações de neve, de gelo e na redução das geleiras, assim como as modificações das migrações e do hábitat de espécies animais, tanto em terra como no mar.

As mudanças climáticas já provocam impacto na produção alimentar, em particular de trigo e milho. O clima também tem um impacto, mas relativamente pequeno, em doenças nas últimas décadas, por exemplo com as ondas de calor.

 

RISCOS ATÉ O FIM DO SÉCULO

 

O aumento das temperaturas intensifica a probabilidade de impactos severos, generalizados e irreversíveis?, aponta o documento.

Mesmo aumentos de temperaturas de 1ºC ou 2ºC em relação aos níveis pré-industriais apresentam riscos que são ?consideráveis?.

Um aumento de até 4ºC acarretaria “um impacto severo e generalizado sobre sistemas únicos e em perigo, extinções substanciais de espécies? e ?grandes riscos para a segurança alimentar mundial e regional?.

Um aquecimento de 2ºC na comparação com o período pré-industrial poderia representar um corte do crescimento econômico mundial de entre 0,2% e 2%. O impacto de um aumento acima de 3ºC é uma incógnita.

A redução da pobreza será mais difícil, especialmente em regiões como a África, que registra grande insegurança alimentar e níveis de desigualdade, e ?novos bolsões de pobreza? surgirão em países desenvolvidos e em desenvolvimento.

A ONU tem como objetivo alcançar um acordo, até o fim de 2015, para limitar o aumento das temperaturas a 2ºC.

 

RISCOS ESPECÍFICOS

 

- Inundações: as emissões de gases do efeito estufa aumentarão “significativamente” os riscos, em particular na Europa e Ásia.

- Falta de água: os níveis de água em países áridos registrarão quedas ?significativas?, o que aumentará a tensão para obter acesso a este recurso. O acesso a água em países de latitudes altas provavelmente aumentará.

- Aumento do nível dos mares: a quantidade de pessoas expostas a inundações costeiras e à perda de terras crescerá significativamente nas próximas décadas, em parte por causa da alta demográfica e da urbanização. Os pequenos Estados insulares e os países em desenvolvimento em áreas baixas “sofrerão de modo previsível um grande impacto?.

- Saúde: os riscos incluem o aumento de doenças transmitidas por mosquitos ou típicas de zonas úmidas, a mortalidade e as doenças provocadas pelo calor, a contaminação ou queda de qualidade da nutrição.

- Fome: todos os aspectos da segurança alimentar serão afetados pela mudança climática, especialmente os relacionados com os cereais e as reservas de pesca. Sem medidas adequadas, a produção de trigo, arroz e milho cairá em meados do século, mas algumas áreas podem sair beneficiadas. A partir de 2050 os riscos serão mais severos. As regiões tropicais e subtropicais serão mais afetadas. Um aumento da temperatura superior aos 4ºC neste século, combinado com a demanda maior de alimentos de uma população em crescimento, ?representa grandes riscos?.

- Extinção de espécies: Muitas espécies terrestres e de água doce poderiam desaparecer em consequência do fim de seus hábitats. As espécies no Ártico e nos recifes de corais passam a correr grave risco se a temperatura subir 2ºC.

- Conflitos: ?As mudanças climáticas podem aumentar indiretamente os riscos de conflitos violentos em forma de guerras civis e atos de violência entre grupos?, por causa da disputa provocada pela pobreza, a fome, e a falta de moradia.

- Pontos críticos: um aumento de temperatura de nível médio ou alto representa ?um alto risco de mudanças abruptas e irreversíveis? em ecossistemas regionais, como a Amazônia, os recifes de coral ou a tundra do Ártico.

 

COMO ADAPTAR-SE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

 

Os riscos globais do impacto da mudança climática podem ser reduzidos, caso a magnitude e o ritmo do fenômeno sejam limitados”, explica o texto.

Reduzir as emissões de CO2 de forma rápida diminuirá a severidade dos impactos.

Há opções relativamente baratas e simples, como:

- Reduzir o desperdício de água, aumentar a reciclagem.

- Evitar os assentamentos humanos em áreas propensas às inundações, aos deslizamentos de terra e à erosão costeira.

- Preservar terras úmidas que podem servir de barreiras contra as inundações e salvar os manguezais que podem proteger as costas de tempestades inesperadas. Lutar contra os incêndios florestais.

- Introduzir cultivos resistentes às secas e estimular os sistemas de irrigação eficientes.

- Desenvolver áreas verdes nas cidades que suavizem o impacto das ondas de calor.

- Estimular os sistemas de prevenção e a conscientização sobre o aquecimento global na administração pública. Elaborar políticas a nível local e regional.

- Reforçar os planos de luta contra desastres naturais.

- Fortalecer as instituições internacionais que atuam para desativar crises entre os países que disputam recursos naturais.”

 

FONTE: “Mudança climática 2014: Impactos, Adaptação e Vulnerabilidade” (IPCC), disponível em MSN Verde

 

A HIDROSUPRIMENTOS aprova e divulga essa idéia !!!

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